Eu e o pai do meu filho fomos muito bem assessorados na maternidade nos cuidados com o João Gabriel. Qualquer pequena dúvida que tínhamos a qualquer hora do dia e da noite sempre vinha alguém nos ajudar e explicar o que estava acontecendo e em como resolver.
Na hora do banho íamos junto e a enfermeira explicava tudo com deveríamos fazer e fazíamos também. Como cuidar do umbigo. como dar banho, como trocar fralda, como amamentar - tudo! Saímos de lá bem seguros com essa parte.
Achei que ia ter um nojinho em limpar o umbigo e tals, mas isso não aconteceu.
Como trocar fralda: tira a fralda, limpa tudo com algodão e gaze e seca. E depois coloca a fralda limpa. Não é nenhum fim de mundo, rs.
Como dar banho em recém nascido: depois de tirar a roupa e limpar a genitália do bebê, envolva corpo dele com uma fralda ou toalha. Segure com um braço. Aí coloca a cabeça do bebê perto da água (eu usava banheira) e coloca água no rosto e na cabeça. Só água. Seca bem a cabeça. Depois coloca o bebê dentro da água e lava o restante. No início é só água mesmo. E não se preocupem dá pra sentir quando bebê irá precisar de uma ajuda com o sabonete, com xampu. No começo usei o sabonete liquido da Granado e o "dos pés até a cabeça" da Jhonshon. O primeiro tem um cheiro suave e delicioso o segundo não tem perfume. Com o tempo esquentando era necessário dar mais de um banho no JG. O importante é: usar sabonete em apenas um banho. Só comecei a usar xampu quando JG tinha 6 meses. Ao inves do talco e para ajudar nas brotoejas amido de milho na água do banho e no corpo do bebê. Funciona muito.
Perfume só fui usar quando meu filho tinha 2 meses.
Umbigo: alcool 70% e cotonete. Só. Passa em cada troca de fraldas em cima, embaixo, ao redor. E umbig deve estar sempre bem sequinho. Caiu quando JG tinha 15 dias de vida. E continuei usando por mais uns 10 dias.
Acho que é isso o principal. Todas aquelas dicas de toalha fralda e etc permanecem.
E não se preocupem com isso, na maternidade ensinam tudo, tudinho mesmo!
Beijocas
Ai que confusão! Blog criado como registro da minha primeira gravidez, afinal, que historiadora seria se não registrasse, documentasse, o processo e o nascimento do personagem principal da minha vida.
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domingo, 12 de junho de 2011
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Da teoria a prática - Alojamento Conjunto HU
Depois que pari e fiquei na sala de recuperação fui ao quarto. O quarto - alojamento conjunto -possui três camas e três cadeiras reclináveis para os acompanhantes, ar condicionado e ventilador de teto e um banheiro exclusivo para uso das mamães.
É feio, viram? O HU deveria reformar essa parte do hospital. As paredes mal preservadas, as cadeiras de acompanhantes rasgadas, o piso feio, não tem lugar para guardar as roupas nossas nem as do bebê. Apenas um pequeno criado mudo. As nossas coisas ficaram no chão, dentro das bolsas. Cada cama tem iluminação própria, além da iluminação geral. O ar condicionado quando ligado fazia um terrível barulho, pior que uma britadeira, um horror.
Eu não gostei do alojamento conjunto por outros motivos. As outras mulheres e seus acompanhantes embora muito simpáticos eram muito barulhentos. Passavam noite afora conversando e não apagavam nunca a sua luz da cama e seus bebês eram um pouco irritados. Até aí tudo bem, ouvir choro do bebê e tals. O problema além das conversas, luz eram os acompanhantes. Um deitou e dormiu a noite toda e roncou muuiitooo. A esposa deste tinha feito cesaria e precisava de ajuda para pegar o bebê para amamentar, trocar fralda. Na falta dele, nós mesmas ajudavamos essa mamãe.
Imaginem então que delícia, né? Descanso - zero!
Durante o dia principalmente pela manhã eram muitas visitas que tinhamos de profissionais de saude. Era medicação que tinhamos que tomar. Médicos residentes para analisar nosso sangue da "menstruação", como estavam os pontos, como estavamos nos sentindo, o tamanho do útero e queixas diversas. Vinham as enfermeiras para auxiliar na amamentação. E tipo assim, tava dormindo, acordei com várias pessoas me olhando. Me senti send velada rsrs. Senhor, falava com todos bafuda, descabelada e sem chance de banho. E tinham os exames do João Gabriel. Fizeram um exame em mim de sifilis. As refeições. Enfim, eram tantas coisas a se fazer que depois de não dormir nada durante a noite, não dava também para descansar durante o dia.
Claro que é ótimo ter um acompanhamento como aquele, os profissionais todos eram maravilhosos e atenciosos, mas não dava pra descansar nunca. Essa é a minha reclamação do alojamento conjunto: não consegui descansar nem um pouco. Teve um dia que olhei pro pai do meu filho (acabado também por sinal) e implorei para que ele apressasse minha alta. Queria sair dali. Queria ir pra minha casa. Queria poder deitar e ter silêncio pelo menos por uma hora interrupta!
Graças aos deuses eu e o João Gabriel estavamos muito bem e pudemos sair terça ao meio dia. Só não recebi alta de manhã cedo, pois estavam esperando o resultado do exame de sifilis.
Bom, minha experiência foi essa. Os profissionais maravilhosos, o atendimento ótimo, mas meus colegas de quarto não cooperaram muito. De repente, deveria ter uma regra. Claro, que cuidando de bebês exigir silêncio é algo impossível de se querer, mas não precisavam se passar. Poderia ter um local para ver TV. A TV é no corredor, bem perto dos quartos e não necessariamente ouviam aquela coisa num volume baixo!!!!!!!!
O pior de tudo foi que fumaram no nosso banheiro!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
É feio, viram? O HU deveria reformar essa parte do hospital. As paredes mal preservadas, as cadeiras de acompanhantes rasgadas, o piso feio, não tem lugar para guardar as roupas nossas nem as do bebê. Apenas um pequeno criado mudo. As nossas coisas ficaram no chão, dentro das bolsas. Cada cama tem iluminação própria, além da iluminação geral. O ar condicionado quando ligado fazia um terrível barulho, pior que uma britadeira, um horror.
Eu não gostei do alojamento conjunto por outros motivos. As outras mulheres e seus acompanhantes embora muito simpáticos eram muito barulhentos. Passavam noite afora conversando e não apagavam nunca a sua luz da cama e seus bebês eram um pouco irritados. Até aí tudo bem, ouvir choro do bebê e tals. O problema além das conversas, luz eram os acompanhantes. Um deitou e dormiu a noite toda e roncou muuiitooo. A esposa deste tinha feito cesaria e precisava de ajuda para pegar o bebê para amamentar, trocar fralda. Na falta dele, nós mesmas ajudavamos essa mamãe.
Imaginem então que delícia, né? Descanso - zero!
Durante o dia principalmente pela manhã eram muitas visitas que tinhamos de profissionais de saude. Era medicação que tinhamos que tomar. Médicos residentes para analisar nosso sangue da "menstruação", como estavam os pontos, como estavamos nos sentindo, o tamanho do útero e queixas diversas. Vinham as enfermeiras para auxiliar na amamentação. E tipo assim, tava dormindo, acordei com várias pessoas me olhando. Me senti send velada rsrs. Senhor, falava com todos bafuda, descabelada e sem chance de banho. E tinham os exames do João Gabriel. Fizeram um exame em mim de sifilis. As refeições. Enfim, eram tantas coisas a se fazer que depois de não dormir nada durante a noite, não dava também para descansar durante o dia.
Claro que é ótimo ter um acompanhamento como aquele, os profissionais todos eram maravilhosos e atenciosos, mas não dava pra descansar nunca. Essa é a minha reclamação do alojamento conjunto: não consegui descansar nem um pouco. Teve um dia que olhei pro pai do meu filho (acabado também por sinal) e implorei para que ele apressasse minha alta. Queria sair dali. Queria ir pra minha casa. Queria poder deitar e ter silêncio pelo menos por uma hora interrupta!
Graças aos deuses eu e o João Gabriel estavamos muito bem e pudemos sair terça ao meio dia. Só não recebi alta de manhã cedo, pois estavam esperando o resultado do exame de sifilis.
Bom, minha experiência foi essa. Os profissionais maravilhosos, o atendimento ótimo, mas meus colegas de quarto não cooperaram muito. De repente, deveria ter uma regra. Claro, que cuidando de bebês exigir silêncio é algo impossível de se querer, mas não precisavam se passar. Poderia ter um local para ver TV. A TV é no corredor, bem perto dos quartos e não necessariamente ouviam aquela coisa num volume baixo!!!!!!!!
O pior de tudo foi que fumaram no nosso banheiro!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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